Mulher Maravilha | Review

Acabei de assistir o filme, não gosto de assistir na estreia nem pré-estreia por causa do barulho e bagunça que tem. Vai muita gente par curtir o evento e não o filme. Gosto de curtir o momento do filme, a história contada e o entretenimento. Amo cinema e gosto de aproveitar cada momento. Bom, mas vamos ao filme.

A história começa com Diana na infância já encantada com o poder e os feitos de guerra das amazonas em Themyscira e desafiando as autoridades como as tutoras que cuidam dela porque ela já queria ser uma guerreira e não uma criança normal. Até ai tudo bem, mas a sua mãe (Connie Nielsen) não curte muito pois acha que ela não precisa e acaba protegendo de mais ela. A mãe conta a ela como as amazonas foram criadas em histórias antes dela dormir e isso acaba incentivando os treinamentos secretos de Diana com a tia Antíope (Robin Wright), que acaba convencendo a rainha de que Diana precisa ser treinada para que se Ares, o deus da guerra, voltasse ela precisaria enfrenta-la.

Com a chegada de Steve Trevor (Chris Pine) na ilha, chega com ele também a guerra dos homens que nesse caso especificamente a Primeira Guerra Mundial contra os Alemães. Diana decide levar Steve de volta a Londres para que ele a levasse até Ares e o matasse. Com isso ela conhece o mundo dos homens e o horror da guerra. Com a chegada dela a Londres ela também se depara com a posição em que os homens colocam as mulheres e outros tipos de preconceitos sofridos pelos próprios membros da equipe que a acompanha na sua empreitada.

Os vilões são fracos para o tom do filme construído até então e com isso deixa um pouco pobre o final do filme em que cai na velha formula hollywoodiana do raio azul e grandioso sem muita ligação com o início e meio do filme. Acaba dando uma destoada até com o tom de cores usada pela diretora Patty Jenkins, mas isso não atrapalha o filme que consegue manter a ligação criada no início.

A relação entre Diana e Steve é pura e bonita o que mostra para ela que os homens não são bons o tempo todo, mas que também não são maus sempre. O que faz com que Diana acredite na humanidade e queira salva-la.

Eu gosto do filme como um todo, mesmo as partes fracas pois não atrapalham o todo. Com isso é um ótimo entretenimento e cumpriu a feliz e dura missão de levar a Mulher Maravilha ao seu primeiro filme solo nas telonas.

 

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